Em memória
Policial militar, ccasado com Irene, pai de três filhas. Adriana, Josy e Letícia, avô do Nicholas, Jonathan, Amanda e Sol (tartaruga). Bisavô da Pitty, sua cachorra e eterna companheira.
Paciente e divertido, corinthiano roxo, e pescador...kkkk. Dificilmente falava não, adorava contar histórias do passado e era muito bom de conversa, amava um bate-papo. Teve uma vida boa, do jeito que ele queria, sem luxo, mas com muitas coisas boas... Viagens, passeios, pescaria, almoços nos lugares que ele gostava, o pastelzinho, a cervejinha Malzebier, arroz doce, canjica e o tal do doce Gibi, kkkk
Forte, disposto, lúcido, fazia tudo sozinho e quase nunca reclamava de nada.
Partiu repentinamente, de uma complicação de água no pulmão, com a misericórdia de Deus ficou apenas 14 dias na UTI, e eu estive com ele todos esses dias fazendo o que podia para amenizar seu desconforto. Não quero falar em sofrimento, porque até na UTI ele não reclamava e mesmo se comunicando praticamente por gestos, muitas vezes demos risadas.
Escrevo esse texto hoje 19/11 dia que ele faria 84 anos. Fui ao cemitério com meu filho, a saudade doeu em dobro, pois as cinzas da Pitty(sua bisnetinha, uma cachorra Pitbull) foram jogadas sobre seu túmulo. Ela se foi dois meses depois do véio, não aguentou ficar longe.
É véio, você está fazendo muita falta, a saudade é grande, mas você cumpriu sua missão e merece viver feliz ao lado de Deus, no Reino do Céu.
Parabéns, que você esteja muito feliz, e a gente vai se virando por aqui. Te amamos!